Idade Maior

Comunidade online para os 50+. Partilha de fotos, vídeos, grupos e blogs

Membros

Fórum de discussão

Charme e Personalidade! Como os conquistar? 6 respostas 

Iniciado por Nelson S. Lima. Última resposta de ROSE MARIA BACK CIDRAL 2 Fev.

Pai e sogra na a casa de um casal 1 resposta 

Iniciado por Bianca Moura Brasil. Última resposta de Gazela 16 Mar, 2010.

Doenças emocionais... 7 respostas 

Iniciado por Nelson S. Lima. Última resposta de katiane dias miranda ferreira 30 Jan, 2010.

A Fórmula da Felicidade. O que podemos saber sobre isso? 4 respostas 

Iniciado por Nelson S. Lima. Última resposta de Maria Tereza M Guimaraes 26 Jul, 2009.

Na intimidade dos afectos! 1 resposta 

Iniciado por Nelson S. Lima. Última resposta de Marisa 11 Mar, 2009.

Porquê um grupo sobre O CÓDIGO DAS EMOÇÕES

Iniciado por Nelson S. Lima 14 Jan, 2009.

Nos últimos anos, a Felicidade tem sido um tema cada vez mais objecto de estudo. Agora também a Ciência se envolveu na tarefa de nos explicar que sentimento é esse. Os mais recentes e interessantes livros sobre a matéria provêm de investigadores universitários. Este interesse crescente pelo tema resulta do facto de ser cada vez mais perceptível que vivemos numa sociedade onde o stresse, o medo, a depressão e a angústia existencial estão a provocar inúmeros ataques à qualidade de vida, à saúde e ao bem-estar das pessoas.

A definição de Felicidade varia de pessoa para pessoa e de autor para autor. Para uns é um sentimento de realização, harmonia e integração. Para outros o resultado de conquistas e ambições. Os cientistas, como o biofísico Stefan Klein, defendem que se trata de um sentimento que abrange o bem-estar corporal, psíquico, social e espiritual.

Por força de inúmeros factores, onde o estilo de vida desempenha um papel decisivo, vivemos numa angústica existencial quase permanente. O que levou a psicóloga transpessoal Laura Gilot a declarar que temos sido exímios a construir uma sociedade neurótica, insegura, assustada e confusa. Desta neurose que acomete um número crescente des seres humanos resulta que o nosso Eu, em vez de se expandir, fica restringido a um punhado de algumas ideias, por vezes vagas, de quem somos.

Como já escrevi anteriormente, uma lenda indiana diz que Deus escondeu a felicidade no sítio mais inacessível do Universo: não no fim do Mundo, não na montanha mais alta, nem tão pouco nos abismos marinhos. Escondeu-a dentro de nós mesmos. É lá que ela reside desde que nascemos e por isso quanto mais nos concentramos no mundo que nos rodeia menos somos capazes de perceber que o nosso bem-estar, o nosso equilíbrio, a nossa harmonia, enfim, a nossa Felicidade está cá dentro, tem de vir de dentro para fora e não no sentido contrário. Por muito que olhemos ao espelho não a detectamos. Por muito que aprendamos nos livros não a descobrimos ali. E, assim, distraídos numa sociedade que é cada vez mais cheia de imagem e cor, não nos ocorre que as primeiras e mais importantes aprendizagens devem ser acerca de nós próprios.

Então, o auto-conhecimento seria pois o primeiro passo para a conquista da Felicidade. De outra forma, acontecerá o que o filósofo Voltaire vaticinava: "sabemos que a felicidade existe mas não conseguimos dar com ela".

Algumas pessoas agarram-se à esperança de que a inteligência será a nossa derradeira tábua de salvação porque, com ela, saberemos fazer melhores escolhas. Mas será assim? A verdade é que a inteligência não é garantia de Felicidade como não o é de Sabedoria, Talento e Sucesso. A inteligência é apenas uma possibilidade em aberto, um recurso pessoal, uma potencialidade feita de emoções, sentimentos, pensamentos, memórias, sonhos, desejos, ambições.

Num mundo caótico e complicado demais para encontrarmos estratégias de sobrevivência eficazes, a espiritualidade pode ser aquela dimensão que marca a diferença entre a Felicidade e a falta dela. Fruto do desenvolvimento da auto-consciência, a espiritualidade é, para muitos autores, o caminho definitivo para um mundo melhor que beneficiará cada pessoa. Temos de reflectir sobre isto.

Finalmente, qual é a importância da Educação neste processo? A Felicidade pode ser aprendida? Podemos ensinar às pessoas a Fórmula da Felicidade? Se essa fórmula existe porque não a ensinamos às crianças? Onde estamos a falhar? De que estamos à espera?

Exibições: 97

Respostas a este tópico

Ensinara-me que a felicidade seria a conquista dos nossos desejos.
Para seres feliz tens que fazer isto, tens que insistir, ir mais longe, etc.... Hoje deparo-me com outro tipo de ensinamentos, será que a felicidade vem mesmos dentro de nós sem "conquistas" obrigatórias que nos conduza à dita Felicidade !? Abraç
A essência da felicidade está dentro de nós, no cerne do nosso EU, pois somos nós que decidimos, que fazemos as escolhas, que sentimos as coisas...Mesmo as conquistas externas partem de opções e decisões nossas. Podemos aprender a lidar com frustrações, podemos aprender a lidar com as tristezas e as desilusões (mesmo que nos magoem muito), podemos descobrir que parte da nossa felicidade está fora de nós mas é sempre de dentro, do mais íntimo do nosso ser, que nasce a descoberta, a decisão da procura. Não é fácil, às vezes, ser feliz mas é bom sentirmo-nos envolvidos na sua conquista.
A propósito disto enviaram-me um pequeno texto que aqui partilho por achar que foca algo de muito importante, que esquecemos amiúde:

Um professor diante da sua turma de filosofia, sem dizer uma palavra, pegou num frasco grande e vazio de maionese e começou a enchê-lo com bolas de golfe. A seguir perguntou aos estudantes se o frasco estava cheio. Todos estiveram de acordo em dizer que 'sim'.
O professor tomou então uma caixa de fósforos e a vazou dentro do frasco de maionese. Os fósforos preencheram os espaços vazios entre as bolas de golfe. O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a responder que 'Sim'.

Logo, o professor pegou uma caixa de areia e a vazou dentro do frasco. Obviamente que a areia encheu todos os espaços vazios e o professor questionou novamente se o frasco estava cheio. Os alunos responderam-lhe com um 'Sim' retumbante.

O professor em seguida adicionou duas chávenas de café ao conteúdo do frasco e preencheu todos os espaços vazios entre a areia. Os estudantes riram-se nesta ocasião. Quando os risos terminaram, o professor comentou:

'Quero que percebam que este frasco é a vida. As bolas de golfe são as coisas importantes, a família, os filhos, a saúde, a alegria, os amigos, as coisas que vos apaixonam. São coisas que mesmo que perdessemos tudo o resto, a nossa vida ainda estaria cheia. Os fósforos são outras coisas importantes, como o trabalho, a casa, o carro etc. A areia é tudo o resto, as pequenas coisas. Se primeiro colocamos a areia no frasco, não haverá espaço para os fósforos, nem para as bolas de golfe. O mesmo ocorre com a vida. Se gastamos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teremos lugar para as coisas que realmente são importantes. Prestem atenção às coisas que realmente importam. Estabeleçam as vossas prioridades, e o resto é só areia.'

Um dos estudantes levantou a mão e perguntou: Então e o que representa o café? O professor sorriu e disse: 'Ainda bem que perguntas! Isso é só para vos mostrar que por mais ocupada que a vossa vida possa parecer, há sempre lugar para tomar um café com um amigo'.
Acredito que ja nascemos com o DNA da felicidade. Crianças de um mesma familia, nascem completamente diferentes. Umas são fechadas e introspectivas; outras são alegres e extrovertidas. Mesmo pai, mesma mãe, mesma educação e qual a explicação?
Orientadas pela familia-escola as de mau humor poderão alcançar excelentes resultados aprendendo e conhecendo a essencia do ser humano, atributos indispensaveis para saberem conduzir situações, emoções e desafios. Deverão tambem aprender a se integrarem ao grande espetaculo da vida para curtir e apreciar os momentos de FELICIDADE.

RSS

© 2012   Criado por guidaG.

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço